Mostrando postagens com marcador Mito. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Mito. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Mito Elias e Ana Rita Pires - DE PAREIDOLIA - PAREDIS & NUMBRASOM


DE PAREIDOLIA - PAREDIS & NUMBRASOM

MITO ELIAS & ANA RITA PIRES

21 Janeiro / 19 Fevereiro 2011
Casa das Artes e da Cultura do Tejo - Vila Velha de Rodão

Mais 1 caminhada DE PAREIDOLIA desta vez exalando o subtítulo - PAREDIS & NUMBRASOM. Na verdade a aldeia da Serrasqueira no Concelho de Vila Velha de Rodão despertou em nós essa intensa aventura visual e sonora que foi ganhando outras formas e novos conteúdos na cidade da Praia, onde celebramos há 1 ano, a 1ª parte desta odisseia. Contamos rumar outras rotas pós PAREDIS & NUMBRASOM, pois PAREIDOLIA irá prosseguir sua veia itinerante buscando sempre outras maturações.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Mito Elias - MAJINA - 30 anos 100 Lennon



http://www.youtube.com/watch?v=w-w8hIPpkpk


MITO ELIAS

apresenta

MAJINA - 30 anos 100 Lennon
Celebração Vídeo-Poética à paz e à memória de John Lennon

Mito Elias - Vídeos, Poemas, Sonorizações e Vozes

Convidados :
Elmano Caleiro - Contrabaixo, Percurssão e Voz.
José Brazão - Percurssão e Voz.
José Cunha - MC - Poeta Residente

7 de Dezembro - 21.00 H

Livraria CE Buchholz
Rua Duque de Palmela, 4 - Lisboa

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Mito Elias – Private Z(oo)m, por Ricardo Riso



Mito Elias – Private Z(oo)m

Ricardo Riso
Artigo publicado no semanário cabo-verdiano A Nação, nº 147, de 24 de junho de 2010

A literatura perpassa a obra do artista plástico praiense Mito Elias desde o século passado com a revista “Sopinha de Alfabeto” às recentes criações em vídeo, como “Poemix”. Um caminho natural repleto de generosidade e humanismo aos seus pares escritores para este artista também poeta.

A ousadia apresentada em meios múltiplos desnuda a inquietação e o rigoroso comprometimento na incessante busca por novas experimentações sensoriais deste abnegado perscrutinador do tempo que lhe coube viver.

A criação, ou melhor seria a recriação, para Mito Elias não se esquiva da irreverência, da ironia e da ludicidade, e é isso que encontramos nas surpreendentes imagens de “Private Z(oo)m” - http://www.buala.org/pt/mukanda/private-zoom - acompanhadas por poemas do prestigiado Arménio Vieira.

Um arqueológico olhar pela, por vezes, caótica e desgastada paisagem urbana revela seres fragmentados do outrora, reformulados pela lírica sensibilidade do artista que extrai do sujo, do lascado, do borrado nas paredes da cidade imagens ancestrais capturadas pela lente fotográfica. É esse olhar ampliado, o zoom, empenhado em reelaborar a percepção dilacerada do homem contemporâneo pelo qual Mito Elias, a nos mostrar a necessidade de reconfigurar os sentidos para que não sejamos os “homens cães” de Arménio Vieira, nos conduz às nossas imagens primordiais, as pinturas rupestres.

Das pinturas nas paredes das cavernas à reinvenção dos animais desse zoo privado de Mito Elias flagrados em singelas fotografias, arquétipos urbanos de nossa ancestralidade, simulacros fragmentados de pinturas rupestres pós-modernas que nos remetem à origem primeira da arte, da sensibilidade do homem extraída dos escombros da memória coletiva.

Esse procedimento confere à série Private Z(oo)m um lugar de reflexão, de atualização signíca, de reconfiguração visual da nossa histórica imagética. Avisa-nos da pertinência de um olhar acurado, de um olhar poético como o de Vieira que visualiza “um gato / saltando de uma nuvem para outra / até ficar oculto / num floco todo branco”; de um olhar que recorre à fotografia, e aqui lembramos da relação com a pintura, do artesanal e por vezes longo processo de realização do artista e da efemeridade captada por uma lente; da relação passado-presente apontada para o futuro reinscrito nas lentes deste vate consagrado da arte cabo-verdiana.

"Private Z(oo)m" propõe o alargamento do olhar através da recriação dessas pinturas rupestres, propõe, além disso, a experiência de renovarmos de forma constante a experiência de buscar imagens em lugares inusitados. Apropriando-se daquilo que poderia ser tido como lixo ou descuido com a nossa casa, afinal paredes nos abrigam e materializam nossa casa, as fotografias da série aqui referida revelam a sensibilidade perdida desde esses milenares tempos idos, o descaso com a nossa casa, propõem a conscientização ontológica, a reformulação das utopias esgarçadas e desacreditadas pela insensível ordem vigente.

"Private Z(oo)m" ao retomar nossa memória imagética primordial sugere a reaprendizagem do olhar fraturado e dilacerado sobre as pessoas, sobre o mundo no qual vivemos, cada vez mais frio, cruel e egoísta. Contra a indiferença dos tempos atuais, “Private Z(oo)m”, em imagens insólitas e líricas, demonstra a viável possibilidade de um novo tempo, recompondo os estilhaços do olhar. Assim é Arte. Assim é Arte, sobretudo, para Mito Elias.

segunda-feira, 15 de março de 2010

terça-feira, 2 de março de 2010

POEMix - POEMAS DE NENHUM LUGAR, novo videoart de Mito

Há excelente produção de arte contemporânea em Cabo Verde, como podemos constatar no link a seguir de mais um novo e belo trabalho que une poesia, imagem e som do inquieto artista plástico cabo-verdiano Mito (Fernando Elias). Neste, o artista presta uma bela homenagem à poesia e a nomes maiores da poética das ilhas.

Ricardo Riso


POEMix - POEMAS DE NENHUM LUGAR

Poesia, imagem, corpo e ambientes sonoros
Mito Elias - Poesia, leitura, sons e vídeos

Binga de Castro - Paisagens sonoras (Música, corpo e sonorizações)
5 de Março - Sexta Feira - às 21 H - No Instituto da Língua Portuguesa
Rua Andrade Corvo - Plateau - Praia (casa cor de rosa, junto ao quartel Jaime Mota).

POEMix - é um pequeno exercício performático que abarca a poesia num conceito pluri-dimensional (palavra, vídeo, gestos e sons). O espectáculo consiste na reinterpretação de 12 poemas de vários autores Cabo Verdianos : (Alexandre Cunha, Arménio Vieira, Danny Spínola, Eurico Barros, Filinto Elísio, Jorge Carlos Fonseca, José Luíz Tavares, Mário Fonseca, Mito, Oswaldo Osório, Vadinho Velhinho e Zé di Sant'y'agu). O objectivo deste evento é procurar realçar a beleza das palavras, dos gestos, das imagens e dos sons que cada escrito sugere, para que a poesia não fique estática e empoeirada nas estantes.

Apoio : INSTITUTO INTERNACIONAL DA LÍNGUA PORTUGUESA
--
www.tanboru.org/mito
http://www.youtube.com/watch?v=OrqxJJF4TwE&feature=related
www.saatchi-gallery.co.uk/yourgallery/artist_profile/Mito+Elias/23947.html

Fonte: e-mail gentilmente enviado pelo artista plástico Mito em 02/03/2010.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Mito Elias & Ana Rita Pires - DE PAREIDOLIA (videoart)



http://www.youtube.com/watch?v=byyT4DZO31Y



CÂMARA MUNICIPAL DA PRAIA

Apresenta

MITO ELIAS & ANA RITA PIRES

DE PAREIDOLIA : RABISLONGO & NHA PAREDI

ANA RITA PIRES - NHA PAREDI - retratos murais da cidade da Praia

12 paredes + 1 projeccão

MITO ELIAS - RABISLONGO - Video-itinerância

Abertura Palácio da Cultura 14 de Janeiro 2010 - 18:30

A expo decorrerá até 19 de Janeiro

MITO ELIAS encarna o papel de FLADOR DI POEMIX apresentando 8 vídeo poemas

1. DE PAREIDOLIA - Vídeo banner de abertura
2. MÁRIO FONSECA X KRONOS - Vídeo poema à memória de MF
3. Poema Contra-idade de Mário Fonseca
4. Poemas Cidade I,II, e III de Filinto Elísio
5. Poema Holanda de Oswaldo Osório
6. Poema Caviar, Champanhe & Fantasia de Arménio Vieira
7. Poema Cidade Minha de Jorge Carlos Fonseca
8. NA FAI MINOTU - Vídeo Postal Frenético sobre a Cidade da Praia

::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

Calendário do trajecto de Vídeo-itinerância

Dia 18 de Janeiro pelas 19:00 - (Abertura da vídeo itinerância) - Reitoria da Universidade - Plateau
Dia 19 de Janeiro pelas 19:00 - Quebra Canela - parede lateral junto ao K
Dia 20 de Janeiro pelas 19:00 - Brasil da Achada de S.António - Junto da casa Inês.
Dia 21 de Janeiro pelas 19:00 - Rotunda do Palmarejo
Dia 22 de Janeiro pelas 19:00 - Praça Alexandre Albuquerque - no vazio da esplanada. (FINALE).

Vídeos :

1. De Pareidolia
2. Amor Sta La ?
3. Mário Fonseca X Kronos
4. Na Fai Minotu
5. X Fla Nada
6. Santo Di 1 Bez
7. Na Pundi Ki Bu Naci Pa Nácia ?
8. A Blue 4 Horace Silver

Cada projecção terá uma duração de 30 minutos
Sponsor : Câmara Municipal da Praia
 
 
Fonte: e-mail enviado pelo artista plástico Mito Elias (Cabo Verde) em 12 de janeiro de 2010.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Mito - Nó di Sulada

O artista plástico e poeta Mito (Fernando Elias/Cabo Verde) apresenta NÓ DI SULADA,
8 vídeo-postais do reino de Mare Calamus.

http://www.youtube.com/watch?v=9WGDVrfHKE0

22 de Outubro 2009 às 19:00

WMDC (World Music & Dance Centre)
Roterdão - Holanda


Para conhecer a obra de Mito, acesse o site e os endereços abaixo:
www.tanboru.org/mito
http://www.youtube.com/watch?v=9WGDVrfHKE0
www.saatchi-gallery.co.uk/yourgallery/artist_profile/Mito+Elias/23947.html

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Mito - menção trágigo-heróica

Visitando o site do artista plástico cabo-verdiano Mito, o Mare Calamus - http://www.tanboru.org/mito/index.htm, resolvi acessar as páginas da segunda edição da revista “Sopinha de Alfabeto”, publicada e perseguida durante os anos 1980, e deparei-me com este belo poema:


MENÇÃO TRAGIGO - HERÓICA

Quem não viu
Aquele soldado
Espetando uma baioneta
Ao coração
Jorrando
Lacre e não sangue

Quem viu e ouviu
Um ecologista
A ser devorado
Por uma planta carnívora
Ao tentar beijar uma borboleta

Quem não viu já ouviu falar
Do sucessor de Camões
Que naufragou
N'areia movediça
Na tentativa
De salvar um poema

MITO - I - 86

Fonte: http://www.tanboru.org/mito/sopinha/SP2Pag12.htm

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Mito - SatisFashion

I Cant't Get No SatisFashion.
80x97 cm. 2008.

Para o período de consumo desenfreado, como se houvesse um tempo que não o fosse, do multifacetado artista plástico cabo-verdiano Mito, este ótimo SatisFashion.

Ricardo Riso

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Mito e a Sopinha de Alfabeto: renovação nas artes de Cabo Verde

Por Ricardo Riso
Mito, pseudônimo de Fernando Elias Hamilton Barbosa, é um nome inquietante na cultura cabo-verdiana do pós-independência. Artista multifacetado, atua nas letras e nas artes plásticas com desenvoltura e fina ironia. Mito não se prende a gêneros ou estilos, transita por várias linguagens e meios para expor suas obras. A ousadia e a diversidade são algumas das suas características, e o diálogo com as vanguardas contemporâneas aparece com freqüência em seus trabalhos, algo pouco comum entre os artistas do arquipélago.

Com o objetivo de movimentar as artes em Cabo Verde, dominado pelo cantalutismo do país recém-independente e no ano do cinqüentenário da revista Claridade, publicação que marca a moderna poesia cabo-verdiana, em 1986, Mito, acompanhado de Arnaldo Silva, dos poetas Eurico Barros e Filinto Elísio, e do fotógrafo João Nelson, lança a revista Sopinha de Alfabeto.
http://www.tanboru.org/mito/sopinha/SP1capa.htm

A Sopinha de Alfabeto surge com a proposta de ampliar os temas artísticos no arquipélago, fazendo do humor e da ironia as suas principais bandeiras. Contudo, tal ousadia desejada por alguns, não seria bem digerida por outros. Em prefácio à reedição de Sopinha de Alfabeto, Lonha Heilmair afirma que:

Se o projecto da Sopinha de Alfabeto foi de molde a suscitar entusiasmos e mudar paradigmas, ele também provocou reacções menos benevolentes por parte de quem se sentia no dever de velar pela manutenção de algum rumo pretensamente sério da criação artística, porque relacionado, por definição, com um discurso oficial institucionalmente progressista. Assim, a Sopinha foi caracterizada como “sinal de decadência infantil”, não tendo a revista “importância nenhuma” (Manuel Delgado in: Michel Laban, Cabo Verde - Encontro com Escritores, tomo II, Porto 1992, p. 758 e 762, respectivamente).

Entretanto, ao visitarmos a publicação em formato eletrônico no site de Mito - http://www.tanboru.org/mito/sopinha/SP1capa.htm -, deparamo-nos com uma revista ousada, pretensiosa, híbrida. Não há como negar a proposta de renovação da Sopinha. Atrevida, sai do lugar-comum em meio às comemorações da Claridade, já na primeira página demonstra os caminhos que pretende seguir e a proposta plural e aglutinadora dos que querem mostrar suas obras:

Sopinha de Alfabeto surge com o objectivo de criar ou tentar criar um espaço livre de publicação e divulgação no domínio das Artes e Letras, não estando enfeudado a nada e a ninguém nem representará o compromisso com quaisquer padrões estético-formais e/ou mesmo temáticos.

Neste número publicamos apenas poemas, caricaturas, desenhos e fotografias mas as páginas deste projecto estão disponíveis para qualquer outro género literário, do ensaio às reportagens, da poesia à crítica literária e do desenho à fotografia.
http://www.tanboru.org/mito/sopinha/SP1Pag1.htm

Posteriormente, essa postura seria radicalizada e celebrada no início da década de 1990, com a antologia Mirabilis – de veias ao sol, organizada por José Luís Hopffer Almada, o grande marco da renovação literária cabo-verdiana.

Em agradáveis vinte e seis páginas, a Sopinha de Alfabeto apresenta variadas formas de linguagem. Mito comparece, dentre outras ilustrações e poemas, com o belo “Poemito Concreto”, além do desencanto com as conquistas sociais não alcançadas pelo país independente, o curto e agressivo poema cheio de assonância e aliteração “A revolta e sua inflação”:

A vida é cara meu caro
Cara de jarro
Carro de barro
Farejo o meu charro
Fumo o cigarro da farra
E escarro na cara do descarado
(MITO - 11 - 84)

http://www.tanboru.org/mito/sopinha/SP1Pag13.htm

O bom poeta Filinto Elísio apresenta poemas em estilos vários: o hai kai, figuras de linguagem como a assonância, a prosa poética estão entre as características formais de sua poesia. Com temáticas inovadoras no panorama literário do país. Utilizando-se da versificação livre futurista, sua matéria poética surge em cenas do cotidiano como no poema “Ao Mito”:

aquela do coveiro boa gente que a Deus pede mais morte
e o recurso de mais pão
aquela do artista travestido de absurdo
e subversivo mefisto das horas substantivas
aquela da mulher náufraga e sem rumo
que como as ondas do mar vem dar às nossas praias íntimas
aquela que nos abre a flor e nos fecunda a alma
aquela do cão vadio que ninguém dá a mínima
mas que o menino triste acompanha e quer adoptar
aquela da estrela cadente na qual "o da passiva"
viaja na ponta do charro
aquela da "luamito" da metalinguagem futurista
aquela da boca do lixo engolindo os nossos titãs
aquela do sol com vergonha de aquecer corações
aquela do coveiro boa gente e etc
aquela cena da vida para ser vivida...
http://www.tanboru.org/mito/sopinha/SP1Pag3.htm

Filinto Elísico também lança poemas muito bem elaborados, com no ótimo e metrificado “A poesia do reverso”

lusoáfricas berço terço
o terceto da nova poesia

onde passava a Passargada
passa agora o pássaro da paz

tão linda e ledice lírica
vero verso e vertigem

cantiga antiga do amigo
contigo ate canto o cantar

o trottoir da trova trolley
que troveja tartex e tempo

o silêncio silex do Simas
da sirene morna muda

lá onde a noite atinge
de esfinge o Conde finge

o poeMito faz lexema
no pão da poesia morena

à Cris à cruz à luz
o sufixo e o crucifixo

o lixo o Kitsch o bicho
dura lex pax lua

o perverso e o avesso
na poesia do reverso ...
http://www.tanboru.org/mito/sopinha/SP1Pag21.htm

O outro poeta que forma o corpo da Sopinha de Alfabeto, Eurico Barros, possui uma poesia intimista, existencialista, crítica do passado histórico como em “Acidente Danado”:

...e ficou a imagem cósmica
de Titicaca
Tibete

dos deuses que levaram

a outra vida
essa vaga possibilidade de ser feliz,
deixando-nos com o Deus

ocidente

danado.

... e ficou o sofrimento bíblico,
captando a telepoesia

dos espíritos

da antiga

Tibete
Titicaca
... e ficou a imagem religiosa do ÉDEN DESABITADO.
http://www.tanboru.org/mito/sopinha/SP1Pag23.htm

Barros experimenta grafismos e ilustrações para seus poemas. O poema “‘o’culto” demonstra a agonia dos tempos de distopia, chamando para a realidade a perplexidade causada pela desilusão com o país:

http://www.tanboru.org/mito/sopinha/SP1Pag11.htm

Para fechar a publicação, uma ilustração de Mito antecipa as reações que Sopinha de Alfabeto cometeria no meio cultural cabo-verdiano:



Neste texto, mencionei apenas o primeiro número da revista, mas está disponível no site o segundo número, este já com participação maior de artistas e outras propostas estéticas estão presentes. Ao digitalizar e disponibilizar a Sopinha de Alfabeto em seu site, Mito presta uma linda homenagem ao percurso recente da literatura de seu país. Para quem admira ou pesquisa a arte do arquipélago, encontra ali um excelente material para compreensão do desenvolvimento literário de Cabo Verde.