domingo, 15 de novembro de 2009

A África muito além de Tarzã: desfazendo estereótipos (palestra Ricardo Riso - Univ. Estácio de Sá - São Gonçalo)


A África muito além de Tarzã: desfazendo estereótipos

Período: 16 a 19 de novembro de 2009
Horário: 19h/22h – Auditório campus São Gonçalo
Inscrições no SIA

Programação

16/11 – segunda-feira
Responsabilidade Social em benefício dos idosos do Lar Samaritano – SG (doação de biscoitos sem recheio).
“Memórias de velhos - identidade e cultura”: dramatização das estórias narradas pelos idosos do Lar Samaritano.
Homenagem aos idosos presentes com a participação de alunos de Letras (voz e violão).
Palestra: “Inclusão social do idoso: uma questão de responsabilidade social” – Profa. Mestra Geórgia Gomes Vicente (UNESA).

17/11 – terça-feira
Exibição do vídeo “Família Alcântara” e debate sobre “Oralidade e tradição cultural” com a Profa. Dra. Angela Cristina de Souza Rego (UNESA).

18/11 – quarta-feira
Mesa redonda: “Angola, Moçambique e Cabo Verde: uma breve comparação entre as literaturas e as artes plásticas” – participação: Ricardo Riso – artista plástico, pós-graduado em História, Cultura e Literaturas Africanas e Afrobrasileira e graduando do Curso de Letras da Universidade Estácio de Sá; Profa. Dra. Luciane Nunes (UNESA), Profa. Dra. Angela Cristina de Souza Rego (UNESA).

19/11 – quinta-feira
Palestra: “Perspectivas históricas para a África” – Prof. Dr. Maurício Bertola (UNESA)
Roda de Leitura: “África: Palavra e Imagem” com participação dos alunos do Curso de Letras. Sorteio de livros sobre a África e as Literaturas Africanas e de camisetas temáticas. Apresentação de músicas e imagens africanas.


Fonte: e-mail gentilmente enviado pela Profa. Dra. Angela Rego em 14/11/2009.

Tchalê Figueira - Sempre disse (poema)

Poesia não é dactilografia
Poesia é sentir a força do cosmos,
Deus (se ele existe) em cada folha, em cada ser,
O voar dos pássaros, os olhos de uma criança.

Casa do peito como um relógio
Batendo, aurora boreal magnética
Natureza em pleno movimento…

Escriturar versos, é enovelar verbos
Pura empolada de palavras
Pluma de asa quebrada
Exercício redigido sem alma.

Observa as estrelas do céu, poeta!
Cada linha de uma folha caída
De uma árvore em Outono,
As pedras deitadas num deserto
Beijadas pelo vento norte, música
Nos teus ouvidos cantando.

Sente a simplicidade complexa das coisas, poeta!...
O grande e o pequeno, deste universo
Infinito…

(Tchalê Figueira)

Fonte: poema enviado pelo escritor e artista plástico cabo-verdiano Tchalê Figueira em 14/11/2009

Pepetela e a elipse do herói, livro de Robson Dutra


O Consulado Geral de Angola no Rio de Janeiro, a União dos Escritores Angolanos e o autor têm o prazer de convidá-lo para o coquetel de lançamento do livro Pepetela e a elipse do herói, de Robson Dutra, a ser realizado no dia 27 de novembro de 2009, das 16:30 às 20:00h, no Espaço Cultural de Angola, à Avenida Rio Branco, 311, Rio de Janeiro.

O livro será apresentado pelas professoras doutoras Laura Padilha e Ângela Roberti.

Fonte: emai-l gentilmente enviado pelo Prof. Dr. Robson Dutra em 13/11/2009.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Filinto Elísio - Do conhecido Deus (poema)

Do conhecido Deus

a Rute Maria Chaves Pires

De repente, o homem sabe desmerecer
O Deus que conhece. Ao que, no escuro,
Em prece ou meditação lhe convirá ser
Horda pura, hora fugaz, trivial deidade.

Senão, ignaro flato seja, tão profano,
Quão de sábio, falseando ora de poeta,
Ora de profeta, sua palavra derramada
E crase, de soletrada sintaxe, acidental.

Haverá, no primeiro verbo, a dialéctica
De Epicuro e, em seu maldito sussurro,
As entrelinhas com que a metáfora se cose.

Nos demais verbos, como aos seus versos,
Assintomáticos uns, febris outros, em ardis
De frases feitas desse Deus que se conhece…


FILINTO ELÍSIO
(Expoemas e Textamentos)

Fonte: poema gentilmente enviado pelo poeta Filinto Elísio em 13/11/2009

Prosas sobre Prosa - Real Gabinete Português de Leitura


Fonte: e-mail gentilmente enviado pela Sra. Madalena Vaz-Pinto,Diretora do Centro de Estudos do Real Gabinete Português de Leitura.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Livros Nei Lopes e "Questão de Pele" - lançamento, debate e autógrafos


Fonte: e-mail gentilmente enviado por Carolina Casarin, da editora Língua Geral, em 11/11/2009.

África em Nós - exposição e lançamento de catálogo


Fonte: e-mail gentilmente enviado por Luana Antunes da Costa, da Assessoria de Cultura para Gêneros e Etnias, Secretaria de Estado da Cultura, Governo de São Paulo, em 11/11/2009

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

"Afrotranscendências" no Colégio Pedro II - Niterói (RJ) contou com palestra de Ricardo Riso

Folder do evento AFROTRANSCENDÊNCIAS: Política, História e Cultura, no Colégio Pedro II - Niterói, no qual ministrei a palestra Literaturas Africanas de Língua Portuguesa: memória, sonho, beleza e rebeldia, no dia 7/11/2009
No dia 7/11, sábado último, fui convidado para ministrar a palestra "Literaturas Africanas de Língua Portuguesa: Memória, Sonhos, Beleza e Rebeldia", encerrando o evento organizado pela Profa. Lívia Scheiner: "Afrotranscendências: Política, História, Cultura" no Colégio Pedro II - Niterói (RJ). O colégio funciona em uma antiga unidade do CIEP, o belo projeto educacional idealizado por Darcy Ribeiro no início dos anos 1980, mas que não se concretizou em sua plenitude. Infelizmente.



Compondo mesa com os professores Janete Santos Ribeiro e Rodrigo Pain durante o evento durante o evento AFROTRANSCENDÊNCIAS: Política, História e Cultura, no Pedro II - Niterói, dia 7/11/2009. O auditório estava lotado, infelizmente não tenho fotos para mostrar.

Nesse dia dividi a mesa com os professores Rodrigo Pain (CP II – Niterói) e Janete Santos Ribeiro (E. E. Henrique Lage), que debateram o pertinente tema “Cultura afro-brasileira e realidade escolar”.

O calor estava intenso, típico dia de verão no Rio de Janeiro O auditório estava lotado com alunos das 1ª e 2ª séries do Ensino Médio, por sinal, uma plateia atenciosa e interessada. Parabéns para vocês! Mas, infelizmente não poderei postar nenhuma foto da plateia porque as que tenho estão péssimas.



Apresentando o arquipélago de Cabo Verde durante a palestra Literaturas Africanas de Língua Portuguesa: memória, sonho, beleza e rebeldia, durante o evento durante o evento AFROTRANSCENDÊNCIAS: Política, História e Cultura, no Pedro II - Niterói, dia 7/11/2009.

Como seria uma palestra introdutória, escorei-me nos quatro momentos das literaturas africanas de língua portuguesa assim definidos por Manuel Ferreira para apresentar, de uma forma simples e abrangente, as letras de Angola, Cabo Verde e Moçambique. De Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe utilizei apenas poemas contemporâneos de Odete C. Semedo e Conceição Lima, respectivamente.



Apresentando pinturas do cabo-verdiano Kiki Lima durante a palestra Literaturas Africanas de Língua Portuguesa: memória, sonho, beleza e rebeldia, durante o evento durante o evento AFROTRANSCENDÊNCIAS: Política, História e Cultura, no Pedro II - Niterói, dia 7/11/2009.

Para tentar aguçar a curiosidade dos alunos, acrescentei fotos das capitais, paisagens, da população local dos países trabalhados e símbolos nacionais como a árvore embondeiro (nosso baobá). Nas letras, com prioridade para a poesia, levei textos, entre outros, de Agostinho Neto, Ondjaki e João Tala em Angola; Mia Couto, José Craveirinha, Rui Knopfli e Luís Carlos Patraquim (Moçambique); e Filinto Elísio, Ovídio Martins e Jorge Barbosa (Cabo Verde). Os textos sendo intercalados com obras de Antonio Olé (Angola), Malangatana e Roberto Chichorro (Moçambique), e Mito, Manuel Figueira e Abraão Vicente (Cabo Verde).

Lendo poema de Filinto Elísio durante a palestra Literaturas Africanas de Língua Portuguesa: memória, sonho, beleza e rebeldia, durante o evento durante o evento AFROTRANSCENDÊNCIAS: Política, História e Cultura, no Pedro II - Niterói, dia 7/11/2009.

O resultado foi excelente! Adorei ter participado do evento e ter tido a oportunidade de introduzir jovens nessas literaturas. Aqui deixo meu agradecimento aos alunos do Pedro II - Niterói, à Profa. Lívia Scheiner que foi bastante atenciosa desde o nosso primeiro contato e à Profa. Rosângela Freitas, também do Pedro II e minha professora na Estácio de Sá e foi a responsável por me levar ao evento. Meu muito obrigado!

Ricardo Riso

III Encontro de Cinema Negro Brasil, África e Américas


quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Terceiro encontro de Cinema Negro une Brasil, África e Américas

JB Online

RIO - Consolidando cada vez mais o diálogo entre Brasil e África entra em cena, no Rio de Janeiro, o III Encontro de Cinema Negro Brasil, África e Américas, que acontece entre os dias 9 e 18 de novembro, reunindo representantes do cinema negro de diversas partes do mundo. Idealizado pelo cineasta Zózimo Bulbul, o evento funciona como um fórum de reflexões e ideias, difundidas através de diferentes ações ao redor da cidade. Este ano, o Encontro aposta na nova geração da cinematografia afro-descendente e conta, não só com a participação de diretores renomados, como principalmente, de novos realizadores do Brasil, Estados Unidos, Cuba e de diferentes países do continente africano.

Pela terceira vez consecutiva na cidade, em 2009, o Encontro ampliou a participação de filmes internacionais, incluindo não só obras africanas como de todas as Américas. A curadoria, assinada por Zózimo Bulbul, este ano contou com o apoio de dois cineastas: o conceituado diretor africano Mansour Sora Wade (parte da seleção africana) e o cubano Rigoberto Lopez (parte da seleção caribenha). Ambos estiveram presentes no Encontro de 2008 e, este ano, vêm para intensificar a parceria Internacional. Le feux de Mansaré (Mansour), foi premiado no Fespaco 2009 (Festival Pan-Africano de Cinema de Ouagadogou), o mais importante festival da África, no qual Bulbul já esteve presente por duas vezes, em 1997 e 2009. Nesta última, Bulbul foi convidado pela direção daquele festival para ser curador de uma mostra brasileira representada por oito cineastas.

Para esta edição do III Encontro de Cinema Negro Brasil África e Américas foram selecionados cerca de 50 títulos, entre documentários, longas de ficção, médias e curtas-metragens, na maioria, realizados por jovens diretores, na faixa de 20 e 40 anos. Em geral, são obras contemporâneas que trazem um retrato amplo sobre as tradições e as raízes africanas presentes nas diferentes culturas. "São filmes que falam do mundo, das relações entre as pessoas e que valorizam a terra, a tradição e o território. Na minha opinião, nada mais contemporâneo do que isso", explica Bulbul.

Ao todo, serão 23 filmes brasileiros, 14 africanos, 5 caribenhos e 5 americanos, além de um canadense e um colombiano. Mais uma vez, o evento acontece em diversos pontos da cidade, com ingressos a preços populares (R$ 3) ou com entrada franca. De 9 a 15 de novembro, as atividades se concentram no Centro, tendo como palco o Cinema Odeon BR, o Centro Cultural Justiça Federal, a Lapa (onde uma tenda será montada em praça aberta), além do Centro Afro Carioca de Cinema, onde acontecem encontros diários pela manhã. Na Zona Sul, o Espaço Tom Jobim, no Jardim Botânico, abriga o Encontro entre os dias 16 e 18.

Como sempre, o objetivo é valorizar a presença do negro e suas temáticas no cinema nacional e internacional. "Nosso objetivo é mostrar a força e a importância da cultura negra que tentaram esconder por tantos anos e que lutamos até hoje para tirar da invisibilidade", afirma Bulbul. Por isso, além de apresentar uma gama diversificada de filmes, o Encontro busca promover a troca de experiências entre profissionais e público, através de oficinas de capacitação gratuitas e debates com produtores, críticos, estudantes e todos os entusiastas da sétima arte. "Nossa meta é promover o diálogo entre Brasil e África e mostrar que há muitas semelhanças entre as duas culturas mesmo após tanto tempo de ruptura. O Encontro é o nosso quilombo cinematográfico, o nosso ponto de resistência", revela Bulbull

Na lista dos brasileiros presentes estão, ao lado de Zózimo Bulbul, Jefferson Dê, Viviane Ferreira (Marcha Noturna), Luiz Antonio Pillar (Em quadro - A história de 4 negros na tela), Lincoln Santos (Santa Erva), além de Dudu Fagundes (Maestro das Ruas), e Waldir Xavier (Barracão). O Encontro também vai contar com a participação de 12 convidados internacionais. Da África estão confirmados os diretores Cheik Fantamady Camara (Guiné Conacry), Daniel Kamwa (Camarões), Mama Keita (Guiné), Missa Hebie (Burkina Faso), Idriss Diabate (Costa do Marfim), além da atriz Khady Nidaye e do cineasta Mansour Sora Wade (Senegal), do filme Le feux de Mansare. Do Caribe, teremos Anne Lescot e Laurence Magloire (ambas do Haiti), e Rigoberto Lopez (Cuba), que terá seu filme Hacer arte, hacer justicia represenado em persona pelo ator Dany Glober. E, finalmente, representando os Estados Unidos, estarão presentes os diretores Yoruba Rinchen e Allen Harris, tidos como discípulos do famoso documentarista Saint Claire Bourne (1943-2008), o homenageado desta edição.

A largada para o III Encontro de Cinema Negro Brasil, África e Américas será dada, dia 9, com uma recepção para convidados no Centro Cultural Justiça Federal, a partir das 17h30. Em seguida, às 18h, a Orquestra de Cordas da Grota faz as honras da casa no Cine Odeon. Lá, os mestres de cerimônia Hilton Cobra e Daniela Ornelas entram em cena para iniciar a mesa de abertura, com as falas do Ministro Edson Santos, da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), e do Sr. Zulu Araujo, da Fundação Cultural Palmares. Por fim, ao som de tambores africanos, a voz será do convidado especial da noite: o africano Mansour Sora Wade, que apresenta seu filme Le feux de Mansaré, exibido em seguida para o público.


EXIBIÇÕES

Com cerca de 50 obras na programação, este ano o III Encontro de Cinema Negro Brasil, África e Américas ampliou a participação de países, trazendo obras não só africanas e brasileiras como também das Américas do Norte e Central. A grande novidade fica por conta do caráter jovem do Encontro e da presença dos americanos Yoruba Rinchen e Thomas Allen Harris, representando o homenageado desta edição, o documentarista Saint Claire Bourne. Cada um deles apresenta dois filmes. São eles: Promised Land e Sister of Good Death, de Rinchen; e Twelve Disciples of Mandela e That's my Face, de Harris. A mostra americana também inclui uma das obras-primas de Bourne, o longa Paul Roberson- Here I Stand.

Dos filmes caribenhos, fazem parte da programação: Mensajero de Los Dioses, Roble de Olor, e Hacer arte, hacer justicia (com o ator Dany Glober), todos da autoria do cubano Rigoberto Lopez, que também esteve presente no Encontro passado. Além desses, completando a lista, temos o De Hombres y de Dioses, de Anne Lescot e Laurence Magloire; e Rue des Cases Negres, de Euzhan Palcy (Haiti).

Dividida em 3 categorias - Longas, Documentários e Ficção -, a mostra brasileira vem com 23 títulos, sobre bairros, tradições e ficção sobre o cotidiano. Dentre esses, destaque para os longas Em Quadro - A História de 4 Negros na Tela, de Luiz Antonio Pillar, e Barracão, de Waldir Xavier. Na categoria Tradições e Bairros, vale destacar o curta Santas Ervas, de Lincoln Santos e Alexandre, e Estação Realengo, de Carlos Maia, respectivamente. Na lista dos documentários, atenção para Mães do Hip Hop, de Janaina de Oliveira, finalizando com os filmes de Ficção, Não Ganhei Este Edital, de Julio Pecly, Caixa Preta, de Ana Claudia Okuti, e Além do Olhar, da Equipe Cinema Nosso.

A mostra africana apresenta 14 obras feitas por diretores de Guiné, Senegal, Camarões, Mali, Nigéria, Mali, Egito, Congo, Costa do Marfim e Burkina Faso. Dentre esses, seis cineastas estarão presentes no III Encontro: Cheik Fantamady Camara (Guine Conacry), Daniel Kamwa (Camarões), Mama Keita (Guine), Mansour Sora Wade (Senegal), Missa Hebie (Burkina Faso), Idriss Diabate (Costa do Marfim), além da atriz do filme Le feux de Mansare, de Mansour.

Além disso, dos 14 títulos africanos selecionados, seis fizeram parte do Fespaco 2009. São eles: Le feux de Mansaré, de Mansour Sora Wade (premiado em 2009); La Fauteuil, de Missa Hebie (premiado em 2009); La Femme Qui Porte I'Afrique; de Idriss Diabate; e En attendant les hommes; de Katy Lena Ndiaye.

SEMINÁRIOS E OFICINAS

Os seminários e oficinas do III Encontro de Cinema Negro Brasil África e Américas visam promover o debate sobre o cinema negro de forma abrangente através do encontro e a troca de experiências entre diretores renomados e inciantes de diversas partes do país e do mundo. Além disso, busca discutir as novas produções e formas de intercâmbio entre produtores, críticos, estudantes e público interessado em cinema em geral.

A programação conta com a presença de convidados especiais do Brasil, África, América Latina e da América do Norte com o intuito de gerar o conhecimento mútuo e a discussão acerca da produção e da distribuição de filmes realizados por cineastas afro-descendentes.

O principal objetivo é resgatar a memória da presença do negro e suas temáticas no cinema nacional e internacional, onde a tradição e a contemporaneidade se encontram e têm como marcas centrais a ancestralidade, a oralidade e a resistência.

Com exceção do encontro de abertura, realizado no dia 10, no Centro Afro Carioca de Cinema, os seminários serão realizados de 11 a 14 de novembro, no Cine Odeon. Já as oficinas serão realizadas no Centro Cultural Justiça Federal, entre os dias 10 e 15, com direito a certificado de participação para quem tiver o mínimo de 70% de presença.

15:19 - 30/10/2009

fonte: http://jbonline.terra.com.br/pextra/2009/10/30/e301019286.asp