terça-feira, 27 de setembro de 2011

Oralidade agora se escreve - Renascença Clube



Prezada(o)s Amiga(o)s 

Renascença Clube através do seu Departamento Cultural e Artístico convida V.Sa., para uma Roda de Conversa Literária , sobre o tema: ORALIDADE AGORA SE ESCREVE - com os seguintes escritores:
Lia Vieira, Ele Semog, Conceição Evaristo, Helena Theodoro, Cidinha Silva, Lúcia Mattos, Sérgio Gramático, Veralinda Menezes e a Profa. Iris Amâncio da Editora Anadyala.
DIA 29 de setembro, a partir das 18h

Rua Barão de São Francisco, 54 - Andaraí - Rio de Janeiro - RJ

E-mail gentilmente enviado pela Profª Edylea Silvério em 26/09/2011.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Viriato de Barros – Para lá de Alcatraz (resenha)


Viriato de Barros – Para lá de Alcatraz
Ricardo Riso
Resenha publicada no semanário cabo-verdiano A Nação, n. 210, p. 27, de 08/09/2010.

Publicado em 2005 pelo Instituto da Biblioteca Nacional e do Livro, “Para lá de Alcatraz – onde os ventos se cruzam” é a segunda obra literária de Viriato de Barros. Natural da Ilha Brava, licenciado em Filologia Germânica pela Faculdade de Letras de Lisboa, ocupou diversos cargos na esfera governamental, conferencista e jornalista, dentre outras atividades. Em 2001, publicou o romance “Identidade”.

Nessa nova incursão pela prosa, durante doze capítulos Viriato de Barros apresenta por meio de um narrador onisciente a trajetória de vida do menino/homem David entrelaçada por experiências nas ilhas de Cabo Verde – Fogo, São Vicente e Santiago – e vivências na diáspora, mais precisamente Portugal e Moçambique. O tempo da narrativa passa-se no período colonial associado ao crescimento das tensões inevitáveis entre metrópoles e colônias do continente africano.

Nesse romance itinerante, chama-nos atenção questões de alteridade no relacionamento com o outro no qual a personagem David se depara ao longo de sua vida. Essas vivências acontecem desde a saída do menino da ilha do Fogo para os estudos liceais em São Vicente, com uma rápida passagem por Santiago. Em São Vicente, o menino depara-se com as variantes dialetais de ilha para ilha da língua materna cabo-verdiana expostas no diálogo a seguir: “- Câ bô dzê ‘fassi’?/ - Pamô?/ - Es tâ fazê troça d’bô. Li nô tâ dzê ‘depressa’./ - Ê quel mé! – insistiu David./ - Nton bá tâ dzê ‘fassi’. D’pôs bô t’oiá...” O menino também sente as diferenças entre as famílias de sua mãe, do Fogo, “mais rural, menos letrada”, e a do pai, de São Vicente, em que “a tia, que era professora, impunha aos sobrinhos que falassem português”, ou seja, “as duas famílias reflectiam a velha oposição entre a gente do campo e a gente da povoação da sua ilha natal, na maneira de estar e lidar com as situações”.

Durante a sua adolescência, a família de David parte para a então Lourenço Marques, Moçambique. Lá, a personagem sente com clareza e espanto a crueldade do racismo que os negros moçambicanos eram submetidos, pois “quando nunca se saiu de Cabo Verde, é difícil perceber o que é racismo. Fica-se com uma ideia vaga do que isso é. Não se imagina o seu efeito nos que são objecto desse tratamento, a violência com que se manifesta”. O narrador descreve várias maneiras como os colonizadores lidam com o racismo de forma escancarada, tais como o “cinema dos pretos”, punições extremas sem justo motivo, afinal, “matar um preto era com matar um bicho”, e o temor ao restringir o acesso dos negros à instrução para evitar que “conscientes da injustiça de toda a situação existente e sustentada nas colónias, os responsáveis da administração colonial receavam sempre a possibilidade, mais tarde ou mais cedo, de subversão do sistema”. Esse receio do colonizador, remete-nos às considerações de Albert Memmi acerca da violência do colonizador diante do colonizado, porque “é preciso explicar a distância que a colonização estabelece entre ele e o colonizado; ora, a fim de justificar-se, é levado a aumentar mais ainda essa distância, a opor irremediavelmente as duas figuras, a sua tão gloriosa, a do colonizado tão desprezível”.

A experiência em Moçambique insere em David a consciência da injustiça do colonialismo em África. Quando parte para a faculdade em Lisboa, a personagem vivencia com certa distância o clima subversivo que começa a dominar a Casa dos Estudantes do Império e a consequente perseguição da PIDE. O narrador demonstra a tensão crescente, o desemprego para os africanos, as discussões motivadas pelas leituras de pensadores de esquerda e a forma como a ditadura salazarista tentava driblar as pressões da comunidade internacional.

Ou seja, são as pequenas experiências de alteridade e do espírito de luta anticolonial descritas com cuidado pelo narrador que trazem interesse à leitura deste “Para lá de Alcatraz – onde os ventos se cruzam”, de Viriato de Barros.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Poesia de Cabo Verde: Corsino Fortes e Filinto Elísio (USP)

POESIA DE CABO VERDE:
encontros na Universidade de São Paulo com

Corsino Fortes
e
Filinto Elísio

Data: dia 19 de Setembro
Pela manhã, na sala 201 de Letras, em dois horários alternativos: de 9 às 10h; e de 10:30 às 11:30 h.
À noite, na sala 261 de Letras, em dois horários alternativos: de 19:30 às 20:30h; e de 21 às 22 horas.

Apresentação dos poetas e coordenação da mesa pela Profa. Doutora Simone Caputo Gomes, de Literaturas Africanas de Língua Portuguesa da Universidade de São Paulo.

Haverá livros à venda para os interessados.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Maria Helena Sato - Caleidoscópio



Maria Helena Sato - Caleidoscópio
Por Ricardo Riso
Resenha publicada no semanário cabo-verdiano A Nação, nº 208, p. 24, de 25 de agosto de 2011.

Recriar a origem das ilhas de Cabo Verde a partir de referenciais universais distantes do colonizador português gerou ótimos momentos ao longo da história literária do arquipélago, desde os pré-claridosos como José Lopes e Pedro Cardoso com o mito hesperitano, passando pelo telurismo épico e heróico de Corsino Fortes e Timóteo Tio Tiofe, até as díspares experiências contemporâneas, tais como os poemas do caderno “Ó de Ceia das Ilhas” inserido em “Me_xendo no baú, vasculhando o u”, de Filinto Elísio, da estreia em poesia de Mário Lúcio Sousa e o seu “O Nascimento de um Mundo”, e o poema “Parábola do Castro Sofrimento” de NZé dy Sant’Y’Águ (heterônimo de José Luis Hopffer Almada).

A cabo-verdiana Maria Helena Sato prestou seu contributo às ilhas nos poemas de “Areias e Ramas” e inovou ao apresentar sua peculiar genealogia para as ilhas nos dez contos de “Caleidoscópio” (Juiz de Fora: Mosteiro de São Bento, 2009). Neste, Sato, descompromissada de rigor histórico, rememorou com extrema habilidade narrativa as histórias contadas por sua avó acerca das origens das ilhas e passou para a escrita esse conhecimento oral acrescidas de suas referências literárias, o que tornou os textos híbridos entre o ficcional e os mitos universais e do ilhéu.

Assim sendo, os contos dedicados às Ilhas de São Nicolau e Santiago exemplificam essa associação proposta pela autora ao narrar como os nomes dos santos nomearam as ilhas. Na primeira, a ilha servia de entreposto para Papai Noel distribuir seus presentes até ser descoberto que seu nome era Nicolau, enquanto para Santiago narra-se que a ilha seria um possível lugar para os reis magos esconderem o nascimento de Jesus Cristo de seus perseguidores, sendo Tiago o responsável para os preparativos do local.

O ficcional se dá na bela metáfora da persistência, perseverança e coragem do ilhéu para vencer as adversidades e os parcos recursos originam o nome da Ilha Brava, assim como a singela e inusitada origem para a Ilha de Santa Luzia.

O resgate de tradições surge para a Ilha do Sal, já que o processo de salgar o peixe e assim conservá-lo é retomado para evitar desperdício em tempos de pesca farta.

A revisitação do passado escravocrata da Ilha do Fogo é retomado a partir de uma revolta em 1680, tendo a morte de seu líder, os seus olhos vermelhos e o seu sangue em analogia às lavas do vulcão mostram a origem de como a ilha passou a ter esse nome.

Para Santo Antão, o criativo conto apresenta o imaginário encontro do pirata Tom Bans e Bashô, o mestre do hai cai, para demonstrar o acolhimento da ilha com os imigrantes, para além da convivência pacífica e respeito mútuo ter auxiliado o oriental Bashô “que ficara mais claro enxergar o sentido da vida no caminho entre os dois vales”. Salienta-se ainda o didatismo a respeito do hai cai e a bela homenagem ao poeta António Januário Leite, natural da ilha. Aliás, homenagens aos escritores repetem-se nos contos à Ilha de São Nicolau (a Baltasar Lopes da Silva) e São Vicente (Sérgio Frusoni).

O cosmopolitismo da Ilha de São Vicente aparece na excêntrica tripulação de um navio formada por ícones de diversas artes, desde personagens literários (Hercules Poirot) e seus criadores (Agatha Christie), poetas (Camões), mágicos (David Copperfield) e artistas (Leonardo da Vinci), assim como o hibridismo do falar local que incorporou estrangeirismos do inglês e do francês, e palavras do português medieval, para além da apropriação da carta para narrar esse conto.

Sem deixar de mencionar temas comuns a todas as ilhas, tais como a escassez das chuvas, a emigração forçada, a origem escravocrata dos negros, a pesca e os dramas do pescador, esses foram alguns exemplos de como Maria Helena Sato em seu caleidoscópio narrativo aliou oralidade e escrita, tradições locais e referências universais para na 11ª ilha manter a sua caboverdianidade plena associado a esse sujeito contemporâneo deslocado e completamente incorporada como cidadã do mundo.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Nelson Inocêncio lança livro na Kitabu/RJ


terça-feira, 23 de agosto de 2011

Mia Couto - E SE OBAMA FOSSE AFRICANO? - E outras interinvenções



E SE OBAMA FOSSE AFRICANO? - E outras interinvenções

Mia Couto

Editora Companhia das Letras

http://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=13116

E se Obama fosse africano? reúne o que Mia Couto chama de "interinvenções", neologismo que expressa bem o sentido destes artigos, quase todos transcrições de palestras proferidas pelo autor em eventos na África, na Europa e no Brasil.

Neles, o autor aborda de modo corajoso e criativo os principais impasses da África contemporânea. Temas como a corrupção, o autoritarismo, a ignorância, os ódios raciais e religiosos, mas também a riqueza da tradição oral e das culturas locais, o vigor artístico, as relações complexas entre o português e as línguas nativas, a influência de Jorge Amado e Guimarães Rosa sobre a literatura luso-africana, tudo isso é tratado com rigor intelectual, imaginação poética e humor por um dos maiores escritores de nossa época.

Longe do discurso árido dos acadêmicos e da retórica demagógica dos políticos, o autor, que é também biólogo, passeia pelos assuntos com habilidade de ficcionista, entremeando os dados objetivos de sua análise a lembranças pessoais e referências literárias, numa prosa calorosa e envolvente. Nesses exercícios de militância intelectual, o autor mostra que a inteligência crítica e a fantasia poética são fortes aliadas para a compreensão e a transformação do mundo.

Ondjaki - Há prendisajens com o xão (livro)




de Ondjaki



do chão promovido a almofada, do nosso limite a ele, do nosso encontro sob ele em algum tempo desconhecido, ondjaki nos transporta para um diálogo com o tempo, com a palavra, com a liberdade da escrita, com a imaginação de seres misteriosos. descrições de uma natureza em brisa de jangada e zunzum de abelha. e há também o encontro do sentimento com os seres que somos. os lugares e as descoisas.mais conhecido como prosador aqui no Brasil, dessa vez o autor nos oferece sua escrita em poesia construindo (ou desconstruindo) com muita intimidade cada palavra, cada verso, à sombra das árvores, pela alma das gaivotas, perto de um cardume de tardes. ou do chão


Pallas Editora
Páginas: 72
ISBN: 978-85-347-0464-9
Idioma: Português
Formato: 13,0x18,0cm

http://www.pallaseditora.com.br/produto/Ha_prendisajens_com_o_xao/216/13/

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Paula Tavares - Amargos como os frutos (poesia reunida)

(poesia reunida)
de Paula Tavares


Durante os tempos das lutas pela libertação de Angola, uma significativa parcela dos poemas produzidos transformou-se em arma ideológica de combate ao colonialismo. A partir da independência, ao lado da literatura de exaltação nacional, marcada pelo discurso panfletário e anticolonialista, começaram a surgir novas vertentes poéticas que, sem negar a importância de um compromisso com as realidades nacionais, buscam em si outros ingredientes.

Paula Tavares é uma dessas escritoras que cedem sua vozpara expressar, com rebeldia e ternura, o clamor amargo das mulheres encarceradas em seu próprio silêncio. Além dos efeitos das muitas décadas de guerras em Angola, as mulheres sofreram também no próprio corpo a opressão do machismo, natural depois de tanto tempo enraizado na cultura local.

A antologia poética Amargos como os frutos é a representação da voz feminina africana na sua individualidade, na sua feminilidade, na sua corporalidade. Palavras essenciais, intimistas e plurais, locais e universais, numa linguagem que registra e mistura crueldades e delicadezas.

Paula Tavares é uma das poetisas contemporânea do período pós-independência angolana (11 de Novembro de 1975). Foi membro do júri do Prêmio Nacional de Literatura de Angola nos anos de 1988 a 1990 e responsável pelo Gabinete de Investigação do Centro Nacional de Documentação e Investigação Histórica, em Luanda, de 1983 a 1985. É também membro de diversas organizações culturais, como o Comitê Angolano do Conselho Internacional de Museus (ICOM) e o Comitê Angolano do Conselho Internacional de Monumentos e Sítios (ICOMOS), da Comissão Angolana para a UNESCO. Tanto a prosa quanto a poesia de Paula Tavares estão presentes em várias antologias em Portugal, no Brasil, na França, na Alemanha, na Espanha e na Suécia.


Pallas Editora
Páginas: 288
ISBN: 978-85-347-0466-3
Idioma: Português
Formato: 14,0x21,0cm

http://www.pallaseditora.com.br/produto/Amargos_como_os_frutos/218/13/

____________ x ____________


Finalmente a poesia reunida de um incontornável nome da poesia angolana, preenchendo uma injustificável desatenção do mercado editorial brasileiro. Parabéns à ousadia da Pallas! Ousadia que poderia ser ampliada a outros nomes africanos e exemplo que deveria ser seguido por outras editoras.



Ricardo Riso

História da África e do Negro no Brasil



E-mail gentilmente enviado pelo Prof. Marcelo da Costa Nicolau - Diretor do Centro de Estudos Afro-Asiáticos (CEAA) - Universidade Candido Mendes

domingo, 21 de agosto de 2011

Amosse Mucavele - Cartografia do ecoar e do miar do couto...

CARTOGRAFIA DO ECOAR E DO MIAR DO COUTO OU COMO VIAJAR COM AS 24 (C)OBRAS DO MIA COUTO
de Amosse Mucavele (jovem escritor moçambicano)

Sobre a nossa a Terra disse que ela é Sonâmbula:com muita razão,sabem porquê?

-Porque ela não dorme fica dias e noites de mãos estendidas ao exterior a pedir esmola.

Amigos, num país visto como pobre os dirigentes são tão ricos!,trocam de carros de luxo e gozam de mordómias , mas não tem nem se quer um livro na cabeça.(preocupante não é)

Por isso que digo as nossas elites são incultas (vendem a nossa terra a 30 dinheiros)

Além de tudo que acima croniquei, vejam só o profeta deu-lhes a porção, dada a incompetência deles fizeram tudo ao contrário, deram os venenos ao Deus e os remédios ao Diabo, nestes últimamentes nós o povo, encontramo-nos na berma de nenhuma estrada, sabem, sem onde guardar as nossas súplicas,sem onde pedir clemências, pois o Senhor Deus exilou-se na terra onde reside o Homem que lhe salvou da morte (por envenenamento perpetrado pela nossas elites) dando-lhe antídoto.

Quem me dera là estar com eles debaixo daquela Varanda do Frangipani, a ouvir os Contos do Nascer da Terra.

Do que estar nestas Cidades dos partidos políticos com idades séculares no Governo, e onde os seus dirigentes consideram-se Divindades.

Eu cansei de viver neste País do Queixa Andar,vou-me embora,com um fio amarrado no pescoço(sei que Missangas não me faltarão),pelo caminho irei folhear as páginas desta Casa Chamada Terra e irei remar contra maré deste Rio Chamado Tempo.

Chegado a Uma Terra Sem Amós,constanto que algo mudou,a aldeia cresceu,ja são Vinte as Casas de madeira e Zinco.mas ainda continuamos no Escuro e o Gato Abensonhado pressagia as Estórias do velho.

Alguém disse o velho esta a morrer,o Gato não parava de tocar o Rítmo do presságio:

Retorquiu de novo-a biblioteca esta a arder.

-E eu nos meus Pensatempos confusos,surgiu-me a seguinte a pergunta? como hei-de o ajudar?

-Pensei na Princêsa Russa, cortei a ídeia porque a neve não pode extinguir as chamas,continuei neste pensaraltivo, afinei os meus Silêncios,dentro de mim uma voz uivava “Vou ficando do som das pedras. Me deito mais antigo que a terra. Daqui em diante, vou dormir mais quieto que a morte¹.”pego no machado,pelo caminho vou Traduzindo esta Chuva que molha os ramos da minha alegria,de nada vale continuar aqui,mas ,antes partír deixem-me descolar a Raiz do Orvalho.

Alguém disse-Ah,de nada resultará.de repente as Vozes Anoiteceram,era o ínicio da Chuva Pasmada.

E agora vou me embora mesmo “a procura da outra Pátria esta não me pertence²”,pois O Mar Me Quer,é no mar onde vou pescar o meu sonho de se tornar noutro Pé da Sereia,caso não consiga concretizar este meu sonho,procurarei outra maneira de partír,assím sendo tornar-me-ei no Pensageiro Frequente deste Último Voo do Flamengo que me levarà até a Jesusalém.


Glossário


¹-Mia Couto in A Varanda do Fragipani
²-Celso Manguana in Pàtria Que Pariu
3-todas palavras a negrito fazem parte do acervo bibliogràfico do autor acima referido-Princêsa Russa conto que faz parte do livro Cada Homem é Uma Raça.e outros livros
-No meu País tem um provérbio que diz-um velho que morre é uma biblioteca que arde.
-O gato e o escuro,Cronicando
-Estórias abensonhadas
-O fio das Missangas,....e outros ficam sob alçada do leitor,beijooooos

Fonte: texto gentilmente enviado pelo autor em 12/08/2011.