quinta-feira, 3 de maio de 2012

Pepetela - A Sul. O sombreio (lançamento livro RJ)


Lançamento do novo livro do Pepetela, A Sul. O sombreio.
DATA: 10 de maio, quinta-feira
LOCAL: Livraria da Travessa (Shopping Leblon)
HORÁRIO: a partir das 19h

Fonte: e-mail gentilmente enviado pela Profª Drª Iris Amancio em 2 de maio de 2012.

DIA DE CABO VERDE NA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO

DIA DE CABO VERDE NA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO
8 de maio de 2012
Local: Sala 14 do Centro de Estudos Africanos, Prédio de Filosofia e Ciências Sociais, Av. Prof. Luciano Gualberto, 315, São Paulo, SP
(in memoriam de Aguinaldo Rocha,
Cônsul Honorário de Cabo Verde em São Paulo)

Coordenação do evento: Profa. Doutora Simone Caputo Gomes
Comissão organizadora: Profas. Doutoras Érica Antunes Pereira, Rita Chaves e Tania Macêdo

ATIVIDADES


1) TARDE: INÍCIO ÀS 14:30h
à MESA DE HONRA: homenagem a Aguinaldo Rocha (por diversas autoridades)
à MESA DE CONFERÊNCIAS: Daniel Pereira (Historiador e Embaixador de Cabo Verde no Brasil: “Cabo Verde na História, um exemplo de superação e desenvolvimento”); Pedro Santos (Cônsul Geral de Cabo Verde no Rio de Janeiro: “Os desafios de Cabo Verde na atualidade e as relações com o Brasil”). Presidindo: Profa. Doutora Simone Caputo Gomes.

Demais autoridades convidadas: Representantes da USP, José Augusto do Rosário (Administrador do Consulado de Portugal em Santos, Presidente da Associação Caboverdeana do Brasil, Presidente do Grupo Cultural Cabo-verdiano), Lucialina [Lutcha] Maria Soares dos Reis (Secretária Geral da Associação Caboverdeana do Brasil, Folclorista e Diretora de Artes do Grupo  Cultural Cabo-verdiano).

2) NOITE: (RE)INÍCIO ÀS 19:30h
à MESA DE ESCRITORES CABO-VERDIANOS, COM LANÇAMENTO DE LIVROS, AUTÓGRAFOS DE OBRAS E TOCATINA.

Composição da Mesa: Corsino Fortes, Evel Rocha e Filinto Elísio. Coordenação das apresentações e debates: Profa. Doutora Simone Caputo Gomes.

APOIOS:

Por Cabo Verde: Governo de Cabo Verde (Gabinete do Primeiro-Ministro);Associação Cabo-verdiana de Escritores. Pela USP: Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas; Programa de Pós-Graduação de Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa; Diretoria da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas; Pró-Reitoria de Pesquisa; Comissão de Cooperação Internacional; Centro de Estudos Africanos; CELP (Centro de Estudos de Literatura e Cultura de Língua Portuguesa); Grupo de Estudos Cabo-verdianos de Cultura e Literatura CNPq/USP

Fonte: E-mail gentilmente enviado por Filinto Elísio em 02 de maio de 2012

segunda-feira, 30 de abril de 2012

"Não vou mais lavar os pratos" e "InCorPoros - nuances de libido" resenhados por Uelinton Farias Alves

Uma resenha do jornalista e escritor Uelington Farias Alves, autor do livro “Cruz e Sousa: Dante Negro do Brasil”, publicada no caderno literário "Prosa & Verso" (jornal O Globo) para os livros de poesia "Não vou mais lavar os pratos", de Cristiane Sobral, e "InCorPoros - nuances de libido", de Nina Silva e Akins Kinté.



ANTOLOGIA DE POESIA CABO-VERDIANA CONTEMPORÂNEA - LABORATÓRIO DE POÉTICAS (Ricardo Riso)

Prezadas e Prezados, 
Com satisfação apresento outra antologia de poesia cabo-verdiana contemporânea organizada por mim, agora na Revista Laboratório de Poéticas n. 8. A atual pequena edição contempla as poéticas de Filinto Elísio, José Luis Hopffer Almada, José Luiz Tavares e Mário Lucio Sousa. 
Agradeço à revista Laboratório de Poéticas e ao poetamigo José Geraldo Neres por oferecerem esse importante espaço para a visibilidade da poesia cabo-verdiana.
A seguir a apresentação da antologia.
Boa leitura para todos e peço ajuda para divulgação.
Ricardo Riso




ANTOLOGIA DE POESIA CABO-VERDIANA CONTEMPORÂNEA - LABORATÓRIO DE POÉTICAS

Apresentação 
Ricardo Riso 

Esta pequena antologia de poemas apresenta alguns dos substantivos nomes da poesia cabo-verdiana contemporânea. Filinto Elísio, José Luis Hopffer C. Almada, José Luiz Tavares e Mario Lucio Sousa destacam-se no panorama literário e possuem intensa atividade intelectual no arquipélago desde a década de 1980. A produção desses poetas representa as pluralidades estéticas e de estilos, variedade temática e a busca incessante por um verbo depurado, qualidades que norteiam algumas das tendências da poesia em Cabo Verde, mostrando, cada um com suas especificidades, o amadurecimento e a consolidação do sistema literário do país.

A antologia pretende dar a conhecer, ainda que de forma breve, alguns desses poetas, artífices da linguagem, e contribuir para a melhor divulgação da poesia contemporânea de Cabo Verde, ainda de tímida exposição no Brasil. Panorama que se contrapõe à excelente qualidade dos poetas revelados com o país independente, e que aqui trazemos para a apreciação dos leitores. Com isso, estimular um olhar mais atento do público brasileiro para a recente produção poética cabo-verdiana.

Cidinha da Silva resenha livro de Lande Onawale


Sete: diásporas íntimas – livro maduro de Lande Onawale!

Por: Cidinha da Silva

Ogun iê! Lande Onawale, artífice da ferramenta-palavra na forja do vivido.

Quando cheguei ao segundo conto de Sete: diásporas íntimas (Mazza Edições, 2011) senti que não conseguiria interromper a leitura por nada, tão arrebatada estava. Mas ao concluir o terceiro texto, parei, pois estava sem fôlego e tinha olhos embaçados. Precisei me refazer. Encontrei um autor maduro, de linguagem apurada, com elasticidade textual definida por muita, muita poesia. Mas isso não deveria ser surpresa. Embora tenham um pai cruel e sanguinário, os filhos de Roji que conheço, parecem ter dois corações. Desbordam amor por onde passam e nos levam na correnteza. Lande não é diferente. O ferreiro desses textos é um guerreiro do amor .

“A bailarina”, conto de abertura, dói, profundamente. Mas a narrativa proporciona tempo e espaço para que o leitor processe a dor e a indignação, gerados por expediente racista tão corriqueiro. Os céticos, especialmente, têm tempo narrativo para compreender a discriminação racial sofrida pela bailarina.

“Por sobre as estações” começa assim: No banco da praça, Jorge ancorou a sua nova manhã de angústias. Seus brios de homem, porém, eram donos dos ares, aves agourentas de asas cortantes que atravessam o tempo e os séculos. Eu lia e imaginava o pássaro sombrio de Iyami sobrevoando a cabeça de Jorge. À frente, no texto, Jorge rememora o dia em que ele e Regina se conheceram dentro de uma chuva de confetes. São apenas as primeiras das belas imagens que darão contorno ao texto até que ele exploda em tensão e violência do ciúme machista, da posse e do desespero. As pistas do que está por vir estão no primeiro parágrafo, mas é um conto bom que nos engana e o autor nos surpreende.

“A partida” inicia falando de trens e de seu antigo movimento, enferrujado pelo progresso, até introduzir a partida de um membro de família enraizada no campo, que iria para um grande centro, em busca de vida melhor. Até chegar à definição da partida do filho que se aventura, feita pela mãe: Ademais, isso de ver filho partir é como parir; perdemos tanto da gente, pro pouco que o mundo ganha... O mundo não dá valor... Aos poucos, o sentimento de Justino vai tomando forma, enquanto a compreensão da responsabilidade aumenta. Lembranças das palavras do pai, falecido durante a infância: Não é só a terra que compramos dos brancos que a gente tem que honrar e fazer crescer mais do que eles fizeram. O sobrenome que pegamos deles também... Notem bem, não herdamos, pegamos. O autor visita o amadurecimento forçado de Justino diante d a perda do pai. E isso pesa no momento do ritual de passagem para o grande centro. Na hora de mergulhar definitivamente no mundo adulto, Justino volta a ser criança. A criança que não pôde ser: E ele foi ficando mais moço, mais novo a cada passo e, na soleira da porta, desabou num choro repentino e incontido, que deixou os irmãos atônitos. Com um gesto, a irmã barrou os outros ainda na varanda e Justino foi sozinho, se apoiar nos ombros da mãe.

Não é assim que a vida nos pega? Sabemos que somos capazes de atravessar a grande água, mas crescer dói tanto. Por que é que tem que ser assim? Não sabemos, mas é assim que é! Justino nos dá uma lição singular que talvez não seja percebida como merece: ele sabe ser amado! Só os que sabem sê-lo, permitem, em momentos cruciais, a exposição de fragilidades. Notem bem, fragilidade não é sinônimo de fraqueza. Fragilidade é o desvelamento daqueles sentimentos preciosos e delicados que doem dentro da gente, resguardados por máscaras e muros. Só os fortes se permitem a fragilidade.

E será que os homens negros têm apreendido as lições do amor recebido de maneira mais eficaz do que nós, mulheres negras? É possível que sim. Eles são amados ao longo da vida (por nós, pelo menos), enquanto nós recebemos doses tão diminutas de amor, que não nos acostumamos a ser amadas. Damos e acolhemos de maneira desmesurada e quando o amor se nos apresenta, não sabemos o que fazer, às vezes, sequer o reconhecemos.

É animador observar um homem heterossexual abordando a sensibilidade masculina e isso, mais uma vez, se vê no conto “Veridiana.” O amor não é aquela coisa sublime e inalcançável inventada pelo romantismo. O amor é a oitava superior de um dia duro de trabalho na roça de Veridiana e Romão. O amor é estremecer com o toque daquela mão calejada e áspera no seio, porque aquela é mão desejada do homem amado. O homem que trabalha por amor à família e isso dá um tesão danado. O amor é encher a casa de flores e fazer vingar a inteireza do perfume, mesmo que o amado esteja em dia de jumento. Explico: recordação de Sueli Carneiro citando Arnaldo Xavier “carinho de jumento é coice.” A história de Veridiana e Romão tem muito desta verdade.

“Mukondo” é o retrato da delicadeza e do respeito (próprios de quem vive a energia do N’kice) para tratar da guerra impura travada contra as religiões de matrizes africanas e seus praticantes. É mostra da sensibilidade de quem sabe que em Mukondo não cabem as palavras de ordem do manifesto. Que a linguagem para lidar com os católicos enlutados da história precisa ser diferente daquela que utilizamos no embate político com líderes de igrejas eletrônicas e caça-níqueis, com lobos-pastores de ovelhas, que desrespeitam e agridem, diuturnamente, aqueles que simplesmente mantêm a fé viva em seus N’kices, Voduns e Orixás, por meio do oferecimento de comida, pelo canto e pela dança, num cenário de devoção e alegria.

Taata de N’kice que é, Lande apreendeu de maneira perfeita o que sentem os rodantes nos momentos que antecedem o transe, quando o N’kice avisa: “Vá dormir, que eu vou dançar.”

“Um amor na diagonal” é uma história muito boa, mas tem um ou outro deslize-clichê, frases que uma leitura crítica detida retiraria da pena do poeta: “para essa tarefa prazerosa” ou “tão absorta estava Kinda em seus cálculos.” O texto apresenta certa irregularidade, começa morno, mas, quando engrena torna-se delicioso, como os demais. Exemplo disso é o impagável diálogo de Kinda e Adalberto sobre o cabelo de ambos: Sempre encantado por Kinda, ele (Adalberto) comenta sobre o cabelo dela, antes tímidos e alisados, em contraste com o pixaim que orgulhosamente ostentava. __ Já você... __ diz ela, notando a ausência de seu enorme Black Power. Ele passa mão pela cabeça. __ Pois é... Nessa atividade é bom ser discreto. Entretanto, a tensão do final da história cai com um músculo que estoura. Não é que seja mal arrematado, como a gente vê inúmeros contos por aí, mas o processo poderia ter sido outro que não resultasse em esgotamento muscular. Pareceu-me aqui um escritor cansado de trabalhar determinado texto, quando ele, finalmente conclui que o escrito não ficará melhor do que está e resolve mostrá-lo. Aí está o erro, pois o texto ainda não está pronto e se é assim, que fique mais tempo na gaveta.

“A liberdade contra o peito” é o texto mais fraco do livro, não tem a mesma maestria dos outros para explorar a idéia central, neste caso, a de que os livros e o conhecimento são armas letais contra a ignorância, preconceitos e estigmas.
Sete: diásporas íntimas é do tamanho que deveria ter, nem maior, nem menor. São 8 contos aplicados na Aorta, diretamente. Sete é livro de escritor maduro. De um homem maduro, acima de tudo. A cada dia me convenço mais de que a arte sem vivência é mais pobre, em que pese a consciência de que a legitimidade para abordar determinados temas, não nos torne bons escritores e escritoras por via de conseqüência. Lande tem legitimidade, criatividade, apuro técnico e o tempero do tempo. Dádiva de quem faz o caminho da sabedoria. Se antes, eu o achava um soldado oguniado, premido pela necessidade de construir uma literatura militante, em moldes clássicos (e repetitivos), agora vejo-o como Roji, comandante do exército interior de personagens e paisagens várias, como estrategista de uma tropa que confia plenamente em seu general.

Ogun iê! , Lande!

Fonte: blog da escritora Cidinha da Silva

domingo, 29 de abril de 2012

I SILIAFRO - I Simpósio Internacional de Literatura Afrolatina

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA
Site do evento: http://www.ileel.ufu.br/siliafro/default.asp

I SILIAFRO - I Simpósio Internacional de Literatura Afrolatina
24, 25, 26 e 27 de outubro de 2012

2ª. Circular
O I SILIAFRO - I Simpósio Internacional de Literatura Afrolatina - é um evento que tem por objetivo promover reflexões em torno do estudo sobre as Poéticas Afrolatinas. Configurase, portanto, como um importante espaço de debates, circulação e fortalecimento da produção intelectual sobre as artes na Diáspora.
O evento se organizará em torno da proposição de conferências com alguns dos principais nomes da área no Brasil e no exterior, mesas-redondas, Grupos de Trabalho, além de comunicações individuais e painéis.


PERÍODO DE INSCRIÇÕES E SUBMISSÕES DE TRABALHOS:
a) De 01/03/2012 até 30/05/2012 – Para coordenação de Grupo Temático. – Prazo Prorrogado!
b) De 12/06/2012 até 12/07/2012 – Para comunicação em Grupo Temático.
c) De 12/05/2012 até 30/07/2012 Para painéis, comunicações individuais e ouvintes.
d) O coordenador de GT deverá entregar os resumos aprovados até 11/06/2012.
e) A organização do evento divulgará os GTs e seus participantes em 17/08/2012.

Orientações para envio de propostas de GTs

Coordenador de grupos temáticos:
Cada Grupo Temático (GT) deverá ter um máximo de 16 e um mínimo de 6 participantes. Os interessados em coordenar Grupos Temáticos deverão enviar suas propostas para o e-mail do evento. A proposta de GT deve ser um resumo de 300 a 500 palavras em fonte Times New Roman, tamanho 12, espaçamento simples, sem parágrafo. Após essa inscrição e o aceite do GT o(os) coordenador(s) deverá(ão) enviar, de acordo com a data estabelecida, os trabalhos aprovados para a Comissão Organizadora (siliafro@gmail.com).
Os GTs poderão ser propostos por professores doutores em parceira com outros doutores/mestres. Os integrantes de GTs serão pós-graduados nas modalidades strictu e lato – sensu.
Serão aceitas propostas de Grupos de Trabalhos que estejam relacionados com a temática central do evento, pensadas a partir dos seguintes eixos:

1) A Mitologia dos Orixás: Terreiros de Candomblé;
2) Cinema Contemporâneo: Da diversidade étnico-racial, cultural, política, religiosa e sexual;
3) Diáspora, literaturas: afro-brasileira e afro-americana;
4) Geografias Literárias: Cartografias Culturais;
5) Linguagem, Carnavalização, Dialogismo;
6) Linguagem, Oralidade, Memória;
7) História e África;
8) Literatura e Filosofia: da condição “pós-moderna”;
9) Literatura e Semiótica: poéticas contemporâneas;
10) Literatura e Sociologia: Cenário de Violência contra a Mulher;
11) Novas Tecnologias, outras mídias, redes sociais;
12) Quilombos - Quilombolas;
13) Performance, Teatro e Dança, Arte e Cultura;
14) Práticas Discursivas, Alteridades, Etnias, Gênero, Sexualidade;
15) Infância, violência, pós-colonialismo;
16) Ensino de Literaturas Africanas, Afrobrasileira e Afrolatina.

ATENÇÃO! As dúvidas sobre o I SILIAFRO deverão ser encaminhadas para o seguinte endereço: siliafro@gmail.com

A COMISSÃO ORGANIZADORA
Uberlândia/Minas Gerais/Brasil, 16 de abril de 2012

Fonte: e-mail gentilmente enviado pela Profª Cintia Camargo Vianna (Profª Adjunta de Língua Espanhola e Literaturas de Língua Espanhola NEAB/UFU) em 24 de abril de 2012.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Lívia Natália - Revista Laboratório de Poéticas n. 9

O nº 9 da Revista Laboratório de Poéticas acaba de sair com poemas de alguns escritores e escritoras baianas, dentre eles, Lívia Natália, ganhadora do concurso literário 2011 do Banco Capital, com o livro Água Negra.

Texto de Henrique Freitas (adaptado).

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Lande Onawale - 1ª vez na Kitabu Livraria Negra


O escritor baiano Lande Onawale autografará pela primeira vez seus livros na Kitabu Livraria Negra. Na ocasião, o autor apresentará os recentes livros de contos, Sete: díásporas íntimas, e de poesia, Kalunga (poemas de um mar sem fim).
Lande Onawale participou de várias edições de Cadernos Negros, publicou o livro de poesia O vento e está incluído na antologia Literatura & Afrodescendência, organizada pelo Prof. Dr. Eduardo de Assis Duarte.

Dia 2 de maio de 2012, às 18h
Kitabu Livraria Negra
Rua Joaquim Silva, 17 - Lapa 
Rio de Janeiro